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Jornal Nacional
Gustavo Santos, um escritor apaixonado pela educação
por Leonardo Ralha
Reformar escolas para que se dediquem a ensinar valores é a plataforma do autor de ‘Era uma Vez o Amor’.
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SÁBADO 12 MAIO - 00H
Muitos pais cometem tropelias para terem os filhos numa determinada escola secundária lisboeta, mas o livre pensador Gustavo Santos fez um movimento inverso após o nascimento do seu primogénito. "Mudei-me para o Alentejo. E é lá, na minha cabeça e na da minha mulher, que o meu filho será ensinado, porque no Alentejo existe uma maior autenticidade nas pessoas. A verdadeira aprendizagem são os valores humanos e esses não se encontram aqui em Lisboa", explicou à ‘Nova Gente’ o agora escritor, ex-bailarino, ex-ator, ex-apresentador e talvez futuro ministro da Educação. 

"Tenho uma janela de cinco anos até ele entrar na escolaridade obrigatória, que deveria chamar-se escolaridade apaixonante. Neste momento, a forma como a escola está é uma vergonha", criticou quem as considera semelhantes a fábricas, hospitais ou pior. 

"A sala de aula é tão má como uma prisão, em que os prisioneiros saem da sua cela para ver o sol cinco ou dez minutos", realçou Gustavo, o que explicará a distância que os professores e dirigentes sindicais gostam de manter em relação a esses locais de reclusão. Mas qualquer interpretação pode ser apressada, pois o autor de ‘Era uma Vez o Amor’ adverte que o livro "só vai ser compreendido daqui a 15 ou 20 anos". Aguardemos serenamente. 

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