Crónicas
Jornal Nacional
Energias renováveis no estúdio
por Leonardo Ralha
Atriz que não se importa com o tamanho partilha a importante lição que aprendeu no início da carreira.
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SÁBADO 06 JANEIRO - 00H
Enquanto muitas outras se guiam pelo tamanho, Patrícia Tavares tem consciência de que o mais importante é o uso que se lhe dá. Que se dá às personagens oferecidas nas telenovelas, bem entendido, como deixou claro em entrevista à ‘TV Guia’. "Não tenho nada o preconceito de se é a protagonista ou não, se o papel é grande ou pequeno", assegurou a atriz de 40 anos, que está a gravar a segunda temporada de ‘Paixão’.

"Acredito muito na lei de que o universo sabe o que faz. Não sei se é destino, mas as coisas boas acontecem-me por uma razão, na altura certa, e quando é preciso", acrescentou quem viveu uma experiência desse género no início da carreira, quando Nicolau Breyner lhe perguntou "tu queres ser atriz ou esquizofrénica?", levando-a a perceber que a profissão "implica saber sempre onde acaba o nosso trabalho como atriz e onde começamos nós". Uma receita que lhe tem permitido garantir estabilidade na sua existência. "Estás 12 horas a gravar dentro de uma determinada energia, depois fechas a porta e a energia fica lá", explicou, aguçando decerto o interesse das empresas que lidam com energias renováveis mas que não têm orçamento para painéis solares ou turbinas eólicas... 

Diana Pereira: Maneira mais criativa de manietar o cônjuge
A modelo e piloto de automóveis (como o marido, Tiago Monteiro) Diana Pereira também cria joias. "O Tiago adora as peças e tem a sorte de eu poder fazer algumas em exclusivo para ele. Usa desde sempre a pulseira das algemas", disse à ‘Lux’. Não será revelar demasiado?

Mónica Sintra: Privação sem aviso de publicidade
Pode parecer, mas a ansiedade de Mónica Sintra quando "o corpo começa a sentir falta" nada tem a ver com o consumo de drogas. "O organismo ressente-se, mas cinco dias depois já fico normal", explicou à ‘Nova Gente’ num texto dedicado a promover uma dieta.  

Rita Ribeiro: Produção de gerações em ritmo acelerado 
"Eu fui avó aos 39 anos. E bisavó aos 58. E este já foi recebido de uma maneira diferente. Quando fui avó aos 39 anos assustei-me muito", confessou Rita Ribeiro à ‘Nova Gente’. Mas não tanto quanto os portugueses se assustarão quando ela se tornar tetravó com joviais 93 anos...


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